terça-feira, 21 de junho de 2011

Reputação influencia no recebimento de e-mails dos públicos


Reclamações, usuários desconhecidos e spam destroem reputação, barrando até 36% dos emails

A Return Path, companhia líder mundial em certificação de email e monitoramento de reputação, acaba de divulgar os resultados do “Relatório de Reputação do Remetente: Fatores Chaves que Impactam a Entregabilidade do Email”. Disponível para download em http://www.returnpath.net/landing/reputationfactors/index.php?campid=701000000005fQf, o relatório avalia como a reputação impacta significativamente a entrega de emails para audiência. Os resultados do estudo reforçam a urgência dos remetentes examinarem os fatores críticos que comprometem a performance das campanhas de email marketing.

“Se o remetente tem um mailing com um milhão de endereços e 20% dos emails são bloqueados a perda é de 200 mil mensagens cada vez que aperta a tecla enviar”, disse George Bilbrey, Presidente da Return Path. “Isto significa perda de receita, uma má experiência para o cliente, aumento de custos, perda de oportunidades de ‘branding’ e a impossibilidade de disseminar a mensagem para audiência. Ao entender o impacto que a reputação de email tem nas campanhas, os remetentes podem tomar imediatamente medidas corretivas para assegurar altas taxas de entrega”.

Entendendo Reputação de E-mail

Há três fatores críticos que os provedores e outros destinatários de grandes volumes de emails usam para determinar se deve ou não bloquear emails:

-       Reputação do servidor de email, mensurado por reclamações, índices de spam, taxas de usuários desconhecidos e métricas similares
-       Infraestrutura instalada que indica se um remetente é um servidor de email “real” e não um spammer
-       Conteúdo associado com reclamações

A equipe de Analytics da Return Path analisou os dados de taxas de reclamações, índices de spam e taxas de usuário desconhecido pelo Sender Score, ranking proprietário de reputação da Return Path que é calculado agregando dados de performance de reputação de diversos provedores, filtros de spam e empresas de segurança. Para este estudo de reputação, a Return Path examinou IPs através do Sender Score em mais de 18 milhões de endereços de IP disponibilizados pelos 30 maiores provedores do mundo e outros recebedores de grandes volumes de email que somam mais de 2,1 bilhões de caixas postais de email na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. O estudo mostra como os fatores de reputação influenciam o Sender Score de um IP e como está correlacionado com as taxas de entrega na caixa de entrada (Inbox Placement Rates – IPR).

Remetentes Devem Estar Atentos a Métricas Enganosas

Muitos provedores de serviços de email têm orgulho em divulgar suas altas taxas de aceitação para provar aos seus clientes que conseguem atingir altas taxas de entrega. Mas somente mensurar “entrega” e “aceitação” mostra apenas o que é aceito para entrega no gateway do provedor e não o que, de fato, chegou na caixa de entrada. Os remetentes precisam saber exatamente para onde seus emails vão, o que requer uma análise com métricas de entrega mais sofisticadas.

Conclusões do Estudo

Baixo Sender Score, Baixas Taxas de Entrega

A mais recente pesquisa da Return Path mostra que IPs com Sender Scores entre 41-50 têm um IPR de 64%, o que significa que 36% dos emails são bloqueados ou vão para o lixo eletrônico. IPs com Sender Scores com taxas médias entre 50-69 experimentam um declínio na rejeição de email de 58,3% para 27,7%, mas apesar da queda na rejeição o estudo mostra que IPs com este Sender Score têm um alto número de emails rejeitados em algum ponto além do gateway. Somente IPs com os mais elevados Sender Scores conseguem ter emails rotineiramente aceitos dentro de um sistema de IP. As taxas de IPR para IPs com Sender Scores de 91 ou superior é de cerca de 88%, o que é significativamente mais baixo do que os 99% das taxas de “aceito” que muitos empresas que enviam email desejam.

Fatores de Reputação: Índice de Reclamação, Índice de Spam e Índice de Usuários Desconhecidos

Três métricas que reduzem o IPR de remetentes de email são índices de reclamação, índice de spam e índice de usuários desconhecidos. Reclamações levam a uma baixa reputação. O estudo da Return Path mostra que as taxas de reclamação são relativamente baixas, de 0,4%, para Sender Scores entre 50 e 80 porque a taxa de entrega é muito baixa. As pessoas não podem reclamar de emails que não recebem. As reclamações atingem os remetentes quando seus emails estão sendo entregues. Uma alta taxa de reclamação com uma alta taxa de entrega é uma indicação que a taxa de entrega irá em breve começar a cair se não forem implementadas correções imediatamente.

As taxas de Spam mostram que os melhores remetentes – aqueles com Sender Scores acima de 80 – têm poucos, se têm algum, spammer nas suas listas.

Remetentes com as melhores métricas de reputação têm bases limpas. Estas empresas quando mandam email legitimo, se tiver taxas de usuários desconhecidos superiores a 1% isto vai criar problemas e deve ser resolvidas rapidamente.

Autenticação e Reputação

Servidores com boa reputação estão mais prováveis de passar testes DKIM (DomainKeys Identified Mail) do que aqueles com baixa reputação. O estudo da Return Path concluiu que os IPs com Sender Score entre 90-100 são 42% mais prováveis de passar DKIM do que os IPs com Sender Scores entre 70-79. Mesmo servidores com os maiores índices somente passam DKIM em uma taxa superior a 50%. Por conta da importância de autenticação para proteção de uma marca de uma companhia contra “spoofing” e “phishing”, a implementação adequada de protocolos de autenticação, como DKIM, deve ser uma prioridade.

Fonte: FirstCom Comunicação (www.firstcom.com.br)

sábado, 11 de junho de 2011

Mesa redonda sobre Comunicação e Marketing Digitais acontece nesta quarta-feira, na Universidade Católica do Salvador


Na próxima quarta-feira, dia 15 de junho, das 18h30 às 21h30, na Universidade Católica de Salvador, Campus da Lapa, acontece o lançamento do e-book “Comunicação e Marketing Digitais: conceitos, práticas, métricas e inovações”, obra coletiva que compila estudos e reflexões desenvolvidos por quatorze autores, que estão inseridos profissionalmente e/ou academicamente neste cenário. São eles: André Telles, Martha Gabriel, Patrícia Moura, Mirna Tonus, Marlon Wender, Tarcízio Silva, Renata Cerqueira, Marcel Ayres, Danila Dourado, Aline Bessa, Gabriel Leite, Mara Baroni, Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal.



A obra é de livre acesso e distribuição e pode ser baixada gratuitamente através do endereço: http://www.rp-bahia.com.br/biblioteca/cmktdigitais.htm



Após o lançamento acontece uma mesa redonda, que terá o mesmo tema do título do e-book, com a participação de Marcello Chamusca (diretor do Portal RP-Bahia), Marcel Ayres e Tarcízio Silva (diretores da ParperCliQ), autores de capítulos do livro.



O evento é gratuito, aberto à participação de toda a comunidade e certificará todos os participantes, com certificado de 4h.

 É promovido pelo Portal RP-Bahia, realizado pela Vies Comunicação - agência júnior da UCSAL - e apoiado pela Universidade Católica do Salvador.



O convite está aberto a todos os interessados em participar desse momento de ampliação do conhecimento, interação e compartilhamento.



As inscrições estão sendo realizadas através do endereço: http://migre.me/51iJv

sexta-feira, 27 de maio de 2011

GERAÇÃO X, Y E Z

Por Jeferson D’Addario,diretor da Daryus Consultoria

Controle, controle, controle. A necessidade de monitoramento e controle está cada vez mais paranóica. Vivemos isso dentro das empresas e fora delas. Carros de velocidade baixa e antigos não necessitam de tantos controles, já os velozes e modernos precisam até para saber se vão parar na próxima curva. Tanta pro atividade imposta pela tecnologia nos faz quase robôs. Digo quase, porque ainda falta muito para estarmos 100% monitorados e controláveis. Talvez uns 7 anos? Talvez uns 10? O que acham?

Quando penso na tecnologia de 10 anos atrás me lembro de um Pentium ou um Xeon como o TOP de linha e um kit multimídia de 48X como a vedete. Hoje temos multimídia até onde não queremos e Core Due e outros nanotecnoprocessadores cada vez mais imperceptíveis.
Pensando como pai e empresário me deparo com a seguinte situação: até onde os controles são interessantes? E até onde vamos?

Vi uma matéria na TV no final de semana que falava do conflito de gerações que se instaurou nas organizações do Business Y. Empresas como Facebook, Google entre outras. O artigo consegue aproveitar a criatividade e a liberdade “Virtual” que nos foi imposta. Ele tira de um breve suspiro de virtuliberdade atrativos para conseguir uma legião de fãs/clientes.
Estou usando uma linguagem muito Y?

Então vamos tentar na linguagem  Z, dos mais velhos, como eu, que vive nos dois mundos. O real, mais sério e cheio de ppts, e o mais Y, cheio de internet e redes sociais, onde estamos nos adaptando a fazer novos negócios e a entender este público introvertidamente extrovertido no mundo virtual.

Ops, mas tem os X, ou seja, os mais velhos que eu e você. Estes estão desbravando sem medo de ser feliz, ou totalmente estagnados. Os Y não tem tempo para perder com eles, pois, são lentos. Já os Z, acham bobagem e até dão conselhos do tipo: “Não clique aqui, não vá ali!” “Cuidado por onde clicas!”

É, parece loucura, mas cada vez mais temos dentro e fora das empresas estes perfis. Assustador?

Eu não acho. Acho que o mundo normal e o virtual estão muito próximos e a comunicação já convergiu. Conectado? Está não é mais a pergunta da moda. A moda agora é integrado. Integrado a este novo código de conduta sociocultural que diminui fronteiras, facilita o comércio e reduz custos.

Mídia, TV, rádio, internet, jornais, revistas, livros e tudo mais já eram! Estamos desenvolvendo uma nova forma de ler, entender e pensar, e apenas com 3 letras que até pouco tempo não significariam nadas uma ao lado da outra. Bem vindo a era XYZ!

Para falar mais sobre o tema, Jeferson D’Addario promove a 2ª edição do GRC Internacional e a 1ª edição do DRIDay, a ser realizada em São Paulo, nos dias 06 e 07 de Junho. No encontro, tomadores de decisão, formadores de opinião e executivos de gestão de risco estarão reunidos para debater como criar e aplicar diretrizes efetivas de governança nos domínios de gestão de risco e continuidade de negócios. Sucesso absoluto em 2010, o evento deste ano conta com o patrocínio das gigantes Microsoft, Marsh, John Richard e Energy Teleco, além do apoio do WTC, HSBC, BCI, ITMIDIA, ITS, Grupo Educacional Impacta e Banco da República da Colômbia.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

MARKETING DIGITAL – PRECISA-SE DE MÃO DE OBRA QUALIFICADA

Estudo mostra crescimento do marketing digital e aponta para uma carreira promissora.


O marketing digital é hoje responsável por uma fatia crescente do mercado de comunicação e tecnologia. Segundo o último Censo Digital, feito pela ABRADI, apesar das agências de comunicação digital já terem ultrapassado o tempo médio de sobrevivência corporativa, ainda estão em um processo de amadurecimento.

O estudo mostra que de 2009 até 2010 as agências de marketing digital cresceram 28,9%, o que comprova a evolução e a valorização deste setor como negócio. Mas, por tratar-se de um novo nicho de mercado, algumas empresas ainda se deparam com dificuldades na hora da contratação de profissionais.  

“Infelizmente, muitos profissionais desconhecem as maneiras mais adequadas e eficazes para divulgar conteúdos, produtos e serviços no mundo digital. Outros acham que não é necessário ter um planejamento, uma estratégia...” – resume Fábio Pires, presidente da Internet Innovation.

Além da falta de mão de obra qualificada para atender essa nova demanda, muitas empresas ainda ignoram os macetes básicos para o sucesso de qualquer campanha virtual.

A profissão de Marketing Digital necessita de profissionais qualificados, que possam atender as demandas do mercado de forma efetiva, precisa e direcionada. “Não formamos profissionais para que entendam apenas a importância deste segmento, formamos profissionais para atingirem seus objetivos, sabendo exatamente a melhor forma de planejar e executar, conquistando assim, o sucesso em suas campanhas” – revela Pires.

A dica para os profissionais que estão começando é que, não basta apenas criar ações, é preciso sustentá-las e se o profissional não estiver preparado e qualificado, a internet pode se tornar uma arma contra a empresa. “A internet é um carro sem freio e todas as ações precisam ser planejadas e muito bem estruturadas, senão, em questão de segundos, é possível destruir toda uma imagem. Por isso é preciso se preparar para ingressar no mercado e levar a profissão a sério” – conclui Fábio.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Três ideias para aumentar a visibilidade dos anúncios online

Por Ariel Geifman, Analista de Pesquisas da MediaMind, empresa líder global no fornecimento de tecnologia e soluções em publicidade digital para agências e anunciantes. http://twitter.com/GeifmanAriel


A publicidade na TV leva vantagem em relação à publicidade na internet. Por ocupar todo o espaço e tempo disponíveis na tela, o anunciante transmite sua mensagem por completo, sem disputar a atenção do telespectador com mais nada. O intervalo comercial, como o nome sugere, interrompe a programação normal. Diferentemente do que ocorre na televisão, os anúncios na web competem com o conteúdo do publisher. Com o objetivo de conquistar o internauta, os publicitários têm que se desdobrar para encontrar soluções bastante inovadoras.
Já existem novos meios de apresentar anúncios na internet, tornando-os bem mais visíveis. Além de atraírem a atenção do internauta para longe do conteúdo do publisher, não são intrusivos. Para isso, os publicitários devem lidar com o navegador como se fosse apenas uma moldura, quebrando os moldes do banner convencional aplicando, por exemplo, Flash e Vídeo. Assim conseguem despertam o interesse do usuário que vai se concentra apenas no conteúdo do anúncio.
Reuni algumas sugestões capazes de ampliar a visibilidade dos anúncios na web. Confira a seguir três exemplos bem sucedidos de anúncios online.
Vídeo. A combinação entre vídeo e banner provou ser, sem sombra de dúvida, uma das melhores maneiras de deixar os anúncios online mais eficientes. Dados de um levantamento realizado pela MediaMind (http://bit.ly/9FMbFz) apontam que a inserção de um vídeo influencia positivamente quase todas as métricas. O Dwell Rate chega a crescer 30%. Já o Dwell Time pode até dobrar. O CTR (Taxa de Cliques) também dobra. E a Taxa de Conversão, aumenta.
O vídeo não serve apenas para promover mais interação e engajamento. Por possuir uma narrativa convincente, melhora a percepção da marca. Para ser eficiente, não precisa ser longo. Com menos de cinco segundo de duração, o anúncio do filme Incontrolável (http://bit.ly/eGN8Pj) consegue transmitir a mensagem do filme e prende a atenção do internauta. Na peça, um trem percorre toda a homepage, da esquerda para a direita, e resume os pontos essenciais da película.
O Banner Pushdown. Você já percebeu em qual ponto seus olhos mantêm o foco enquanto uma página carrega? Já mesmo? Então o topo da página parece ser o local ideal para posicionar um banner. O formato Pushdown possui uma grande vantagem em relação a um banner comum, pois empurra para baixo todo o conteúdo do publisher. Desse modo, libera mais espaço para a mensagem do anunciante, retendo mais a atenção do internauta. Com um Dwell Rate de 7,7%, cerca de oito em cada cem impressões podem receber um engajamento com duração superior a um segundo.
Para ilustrar a utilização desse tipo de banner, vamos ver o que a Adidas fez na Espanha (http://bit.ly/igCj9t). A partir do momento em que a página começa a carregar, o banner se expande. O anúncio, então, apresenta três jogadores de futebol da seleção espanhola, fato que chama a atenção do internauta imediatamente. O internauta insere seu nome em um campo em branco e, em seguida, pode vê-lo nas costas da camisa do jogador escolhido. Também há a possibilidade de selecionar outros jogadores, ligar a webcam e fazer parte do anúncio. Essa campanha combina características sociais que permitem aos internautas algumas interações, como gravar, dar replay e compartilhar no Facebook.
A mensagem fora da caixa
A partir do momento em nos habituamos à localização do anúncio em relação ao conteúdo do publisher, os anunciantes são desafiados a quebrar os padrões vigentes para entregar uma mensagem que vai muito além do banner e que deve prender a atenção do internauta.
Para anunciar o novo eee Slate (http://bit.ly/h4BcJN), a Asus e a Microsoft decidiram apresentá-lo como um produto diferente de um computador comum. As duas empresas conseguiram transmitir essa mensagem desenvolvendo dois banners sincronizados que exploram, literalmente, a ideia de “pensar fora da caixa”. No banner localizado no topo da página, uma menina estica o braço até outro banner no meio da página para pegar aquilo que parece ser apenas um PC. Porém, ela o transforma em um tablet. De uma maneira bem sutil, o anúncio surpreende o internauta, quebrando o molde de anúncio com um banner padronizado. Além disso, o anúncio mostra que um desktop e um tablet são dois produtos completamente distintos.
Os três anúncios ultrapassaram a fronteira dos banners convencionais. Cada qual utilizou estratégias diferenciadas, como vídeo ou formatos inovadores. Similar ao que acontece na TV, essas peças exploraram ao máximo o tempo e o espaço disponíveis, conquistando em poucos segundos a atenção dos internautas. Além disso, não foram  ofuscados pelo conteúdo do publisher.