terça-feira, 19 de abril de 2011

E-book "Comunicação e Marketing Digitais" será lançado em SP, no congresso da Abrapcorp

No próximo dia 6 de maio, na Fapcom, em Sâo Paulo, durante o Congresso Brasileiro Científico de Comunicação Organizacional e Relações Públicas (ABRAPCORP 2011), lançaremos oficialmente o e-book "Comunicação e Marketing Digitais", um livro coletânea que conta com a participação de alguns dos mais importantes profissionais dessa área no Brasil.

Abaixo, você pode ter um aperitivo do que vem por aí, lendo o prefácio do professor Paulo Nassar e a nossa apresentação, como organizadores do livro.

Espero que gostem!



PREFÁCIO
DE UM MUNDO EM MUDANÇAS PROFUNDAS

Prof. Dr. Paulo Nassar
Professor da Universidade de São Paulo (USP) e diretor-presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial

Há exatos 50 anos, o soviético Yuri Gagárin decolava para a primeira viagem de um homem ao espaço, a bordo da nave Vostok I. De lá para cá, em tão pouco tempo, foram tantos os impactos das descobertas e a presença crescente da tecnologia em nossas vidas, que transformaram a maneira de o homem viver e de se relacionar entre si e com o mundo. Hoje ainda vivemos essas mudanças profundas sem saber exatamente aonde vamos chegar.

Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal trazem à luz um debate necessário a respeito do ponto em que estamos nessa trajetória de mudanças, de adaptação e recriação de conceitos fundamentais do marketing e da comunicação no universo das organizações, sobretudo diante de nova dinâmica de relacionamento pautada pela era digital, a chamada mídia social. Esse debate se dá a partir do pensamento de 14 estudiosos convidados Aline Bessa, André Telles, Danila Dourado, Gabriel Leite, Mara Baroni, Marcel Ayres, Marcello Chamusca, Márcia Carvalhal, Marlon Wender, Martha Gabriel, Mirna Tonus, Patrícia Moura, Renata Cerqueira, Tarcízio Silva, o que faz da obra não apenas interessante, mas relevante para profissionais, pesquisadores, estudantes de relações públicas, comunicação e marketing e também para gestores de empresas.

O próprio formato do livro, um e-book, demonstra sua atualidade, e encontra respaldo no título “Comunicação e Marketing Digitais: Conceitos, Práticas, Métricas e Inovações”  apontando a natureza da obra, que se propõe a refletir e rever o modo de fazer marketing e comunicação nesse novíssimo e incerto ambiente em que trabalhamos, a partir de experiências e conhecimentos diversos, de professores e profissionais dedicados ao assunto que tratam aqui.

Este “Comunicação e Marketing Digitais” é um marco, que nos ajuda a compreender onde estamos e mais, permite inferir para onde vamos.


APRESENTAÇÃO
Marcello Chamusca
Márcia Carvalhal

Novos conceitos de comunicação e marketing têm dado base para grandes transformações de ordem econômica e social nos últimos anos. Com o advento das tecnologias digitais, sensíveis transformações são observadas no processo social, sobretudo, no que diz respeito ao contexto corporativo, área que, a cada dia, percebe a necessidade de se inserir no âmbito das redes e mídias sociais digitais de forma estratégica, com base conceitual e prática, sempre buscando formas de inovar e mensurar os resultados das suas ações.

Por outra perspectiva, o alargamento da dimensão participativa, proporcionado pela nova arquitetura estruturada em redes digitais, que permite ao cidadão comum um alto nível de intervenção no conteúdo veiculado nesse ambiente, exige um esforço significativo das organizações, para não tornar as suas iniciativas digitais um caminho para o fracasso.

É nesse contexto que se faz necessário o pensar estratégico, possibilitado por pesquisas e reflexões de pensadores da área; um referencial teórico-conceitual e metodológico, que possa contribuir para o entendimento do cenário contemporâneo das corporações no âmbito das atividades da comunicação e do marketing na ambiência digital.

Foi visando o atendimento dessa demanda que esta obra foi concebida. Para tanto, se buscou reunir pesquisadores especialistas de referência nessas temáticas, para realizarem reflexões com abordagens e enfoques específicos em comunicação e marketing digitais, com a intenção de contribuir não apenas com o fortalecimento do corpus teórico, mas, sobretudo, com as perspectivas metodológicas e práticas da área.

Esta obra, portanto, trata-se da compilação de estudos e reflexões desenvolvidos por quatorze autores, que estão inseridos profissionalmente e/ou academicamente neste cenário. São eles: André Telles, Martha Gabriel, Patrícia Moura, Mirna Tonus, Marlon Wender, Tarcízio Silva, Renata Cerqueira, Marcel Ayres, Danila Dourado, Aline Bessa, Gabriel Leite, Mara Baroni, Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal.

A obra foi dividida em três partes relacionadas a três eixos temáticos. A primeira parte diz respeito ao eixo temático relacionado com os aspectos conceituais e práticos da comunicação e marketing digitais, e contém dois capítulos, assinados pelas autoras Patrícia Moura e Mara Baroni.

A obra é aberta por uma das maiores referências do país em se tratando de comunicação e marketing digitais, Patrícia Moura, que realiza uma reflexão sobre o poder do engajamento através da promoção nas plataformas sociais, tratando dos seus significados: incitar, instigar, envolver ou levar alguém a se dedicar a alguma coisa ou causa. Patrícia observa que o engajamento voltado para as práticas do marketing digital ultrapassa as barreiras do processo de decisão de compra e caminha ao lado da satisfação, fazendo com que fãs, seguidores ou consumidores de uma marca não apenas consumam, mas exibam para suas redes de contato, no ciberespaço, suas motivações e objetos de desejo. Para a autora, a adesão das marcas às plataformas sociais digitais fez com que a gestão de marketing buscasse não só abordagens e limites para o relacionamento com os consumidores, mas também, maneiras de despertar sua atenção dentre milhares de estímulos por milésimos de segundos na internet.

No segundo capítulo, intitulado “Comunicação 2.0 - O virtual construindo pontes para o marketing digital”, Mara Baroni apresenta o conceito de Comunicação 2.0 e seu entrelaçamento com os conceitos de real e virtual, abordando suas características e suas implicações. Mara dá dicas de como se construir relacionamentos virtuais, que ela entende como uma habilidade fundamental de ser desenvolvida pelas organizações para o desenvolvimento dos programas de marketing digital. Para tanto, passa por conceitos chaves como imaginário, comunicação inconsciente, causa do desejo, cibercultura e marketing. E, como forma de tangibilizar as discussões que realiza, trata da utilização do Twitter nessa interação on e off-line e os novos desafios do marketing digital nesses contextos.

A segunda parte da obra diz respeito ao eixo temático relacionado a métricas em comunicação e marketing digitais, contando com três capítulos, assinados por André Telles; Mirna Tonus e Marlom Wender; Tarcizio Silva e Renata Cerqueira.

O mestre André Telles, pioneiro nas reflexões sobre o ambiente das mídias sociais no Brasil, abre a segunda parte da obra, tratando do modo pragmático de sempre, sobre a interpretação de métricas no marketing digital. O autor parte do pressuposto de que os sentimentos em relação a uma marca normalmente são classificados como positivos, negativos ou neutros e mostra que o universo da web é o melhor formato de mídia para aqueles que desejam ter uma real percepção de resultados sobre investimentos, reputação, repercussão e engajamentos.

 “O poder do conhecimento” é o título do quarto capítulo, assinado pela doutora Mirna Tônus e Marlon Wender. Os autores observam que desde quando o conhecimento começou a ser sinônimo de poder, o ser humano e, principalmente, as organizações têm buscado formas de conhecer melhor o público consumidor a fim de conquistá-lo, tarefa que se tornou mais fácil, pelo menos aparentemente, a partir do uso da informática para mineração, monitoramento e mensuração de dados. Entretanto, planilhas, gráficos, mapas e demais formas de apresentação demandam conhecimentos em termos de marketing e comunicação para que sejam efetivamente utilizados em benefício das organizações e da sociedade. Nesse sentido, os autores abordam a evolução histórica do data mining até chegar às atuais ferramentas e métricas disponíveis na internet, apresentando uma aplicação a partir de termos relacionados a instituições de ensino superior, estudantes e comunicação e as possibilidades estratégicas para o setor.

Completando a segunda parte da obra, que trata de métricas em comunicação e marketing digitais, Tarcizio Silva e Renata Cerqueira trazem uma excelente contribuição no quinto capítulo, intitulado “Mensuração em Mídias Sociais: quatro âmbitos de métricas”. O texto é fruto de pesquisa, prática e debate sobre mensuração e métricas pra mídias sociais no contexto da PaperCliQ - Comunicação e Estratégia Digital, empresa em que os dois autores são sócios. Eles apresentam a conceituação de mensuração e métricas, a partir de diversos autores e pesquisadores da área, assim como diversas definições e sistematizações de métricas produzidas por agências, profissionais, institutos de pesquisa e associações de mercado. Apresentam também o método da PaperCliQ de categorização das métricas de acordo com quatro âmbitos de objetivos: alcance, engajamento, adequação e influência.

A terceira e última parte da obra, se volta para o eixo temático sobre inovações em comunicação e marketing digitais. Nesta parte, a obra conta com quatro capítulos, assinados pelos autores Martha Gabriel; Marcel Ayres, Danila Dourado e Aline Bessa; Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal; e, Gabriel Leite.

Martha Gabriel, uma das mais premiadas e reconhecidas profissionais da área no país e no exterior, assina o sexto capítulo, intitulado “Transmídia Storytelling: a arte de contar estórias no marketing”, abordando esses conceitos, com foco no âmbito da mobilidade. Para Martha, o avanço das tecnologias de comunicação e informação, associadas à mobilidade, tem transformado o ambiente de marketing, impactando intensamente no comportamento do consumidor e oferecendo inúmeras novas plataformas para ações de storytelling. Em um cenário cada vez mais sobrecarregado de informações, onde a propaganda tradicional perde a eficiência, a propaganda tende a se tornar conteúdo e o conteúdo, por sua vez, em propaganda, a criação de processos bem estruturados de storytelling tende a ter maior eficiência do que a propaganda tradicional, e tem ganhado cada vez mais espaço nas ações de comunicação de marketing. Nesse contexto, as plataformas e tecnologias móveis tornam-se fundamentais em estratégias de storytelling.

“Netnografia e Coolhunting: identificando aspectos comportamentais e tendências nas Mídias Sociais” é o título do sétimo capítulo, de autoria de Marcel Ayres, Danila Dourado e Aline Bessa. Os autores entendem netnografia, ou etnografia digital como metodologia para realizar o coolhunting. Eles buscam conceituar e contextualizar os seus objetos de reflexões, para fortalecer as análises que visam mostrar, de maneira aplicada, como tais práticas auxiliam na identificação de padrões comportamentais e especificidades de uma comunidade on-line, além de identificar possíveis insights e tendências de consumo.

Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal retomam a discussão sobre o conceito de mobilidade no capítulo em que sistematizam conceitos, usos e aplicações de instrumentos de comunicação e marketing digitais, que vêm estabelecendo fortes dinâmicas no âmbito das organizações e observam que esses usos e aplicações se dão graças à possibilidade de conexão ubíqua, generalizada, que, por sua vez, permite a concretização do conceito de pervasive mobile comunication (comunicação móvel pervasiva) e dão base à formação de ciberterritórios, ambientes híbridos onde acontecem as interseções do físico com o virtual, do locativo com o móvel, do concreto com o informacional.

O último capítulo trata de mídias sociais e inovações na educação. É assinado por Gabriel Leite, que observa as transformações pelas quais estão passando o processo de ensino-aprendizagem em um ambiente em que a sala de aula tradicional já não satisfaz mais as necessidades e expectativas dos estudantes. Gabriel chama atenção de que o estudante mudou, o consumidor mudou, as pessoas mudaram, continuam mudando e, cada vez mais rápido. As reflexões por ele realizadas se voltarão para a vivência da revolução digital, em que a nossa sociedade está inserida, em que o Google, as mídias sociais e a internet são o centro de tudo, além de principais meios de aprendizagem, independente da classe econômica do estudante.

“Comunicação e Marketing Digitais” tem o prefácio de ninguém menos que o doutor Paulo Nassar, professor da Universidade de São Paulo (USP) e diretor-presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), um dos maiores expoentes da comunicação no Brasil, coroando a publicação, lhe dando status de “marco, que nos ajuda a compreender onde estamos e mais, permite inferir para onde vamos”. Um excelente conjunto de textos, escrito por excelentes profissionais e legitimado por um comunicador excelente.

Resultado: cerca de 240 páginas de informação e conhecimento sistematizado sobre comunicação e marketing digitais, trazidos por quem trabalha e pesquisa sobre o tema e vem obtendo sucesso nacional e internacional tanto no âmbito do mercado quanto na academia.

Esperamos, sinceramente, que o esforço realizado por esse coletivo de profissionais, professores e pesquisadores, do mais alto gabarito, possa contribuir para o fortalecimento da nossa área no Brasil. Boa leitura!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Pesquisa da GfK aponta que mais da metade dos jovens brasileiros tem intenção de comprar um iPad se preço for acessível

O iPad, computador em formato de prancheta digital, é desejado por mais da metade dos brasileiros. Segundo dados de um estudo realizado pela GfK, 4ª maior empresa de pesquisa de mercado no Brasil e 4º maior grupo mundial do setor, 57% dos entrevistados apontam intenção de adquirir o aparelho eletrônico se o preço for acessível.

Os respondentes da pesquisa com idade dos 18 aos 24 anos são os mais interessados em comprar um iPad, com 67% das intenções. Entre aqueles que têm mais de 55 anos a pretensão cai pela metade e é de apenas 37%.

De acordo com Leonardo Melo, Gerente da Unidade Business & Technology da GfK Brasil, o estudo mostra que os mais jovens, como sempre costuma acontecer neste setor, se destacam na intenção de compra do iPad.

“Eles estão mais ligados, conhecem mais eletrônicos e temas ligados à tecnologia, o que justifica não só o alto grau de conhecimento, como também o desejo de ter um eletrônico tão moderno como o iPad”, avalia.

A pesquisa, no entanto, mostra que não há diferença entre os consultados do sexo feminino e do masculino: 57% comprariam o aparelho se o preço estivesse acessível. Mas revela diferenças regionais e socioeconômicas quando avaliada a pretensão de adquirir um iPad.

O interesse é maior entre os habitantes das regiões Norte e Centro-Oeste, 65%, e cai para 54% no Sudeste. O contraste é menor quando analisada a intenção de compra entre as classes sociais, que é de 57% entre os integrantes das classes AB, e de 55% das classes CD.

O estudo da GfK foi realizado em janeiro deste ano e ouviu 1.000 pessoas, a partir dos 18 anos, em nove regiões metropolitanas (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém) e três capitais (Brasília, Goiânia e Manaus). 

Para mais informações acesse: www.gfkcr.com.br

Fonte: LBVA Comunicação

domingo, 20 de março de 2011

Planejamento guiado por dados aumenta o desempenho de campanhas digitais

Por Ariel Geifman
Analista de Pesquisas da MediaMind, empresa líder global no fornecimento de tecnologia e soluções em publicidade digital para agências e anunciantes. http://www.mediamind.com

Qual é a diferença entre um publisher com performance mais alta e outro com a performance mais baixa? Que tal 700%? Informações da MediaMind revelam que 25% dos publishers que apresentam os melhores resultados alcançam uma Taxa de Cliques (CTR) de 0,20%. Na outra ponta, no caso dos 25% que tiveram os resultados mais baixos, o CTR chegou apenas a 0,03%. Só com esses números podemos chegar a uma conclusão crucial: o sucesso de um anúncio depende da escolha do publisher. Para acertar na decisão, deve-se elaborar um plano de mídia que leva em conta o histórico de performance de dados. Esse histórico previne erros que provavelmente custariam caro, além de otimizar os resultados da campanha.

Sabemos que os publishers não concordam com os mesmos pontos de vista. Sendo assim, não é correto assumir que eles vão apresentar o desempenho esperado ao atraírem a audiência e os dados demográficos desejados. Na verdade, diversos aspectos influenciam a performance de uma campanha online, como layout do site, engajamento com o conteúdo, tempo médio gasto na página. Dessa forma, essas variáveis podem ser ainda mais prejudiciais que as informações demográficas do site.

Com o objetivo de verificar como os publishers entregam aos anunciantes as informações referentes à performance obtida, a MediaMind analisou uma amostra aleatória com mais de 500 publishers nos Estados Unidos. De acordo com a performance apresentada, eles foram divididos em quatro grupos com o mesmo número de participantes. Para tornar a comparação justa, foram incluídos apenas publishers que serviram mais de um milhão de impressões com Banners Standard. A comparação baseada nesse formato possui menor número de opções para a implementação criativa que uma peça Rich Media. Além disso, os resultados ofereciam menos possibilidade de serem influenciados por variáveis como formato e utilização de vídeo.

Os resultados finais foram desconcertantes. O melhor grupo apresentou uma performance sete vezes superior ao grupo com resultados mais baixos; e foi três vezes melhor que o segundo grupo. Se observamos a performance dos publishers com campanhas Rich Media a diferença também é bem grande, principalmente quando analisamos o Dwell, uma métrica específica para engajamento. Utilizando o histórico de performance de dados, o primeiro grupo obteve uma performance ainda mais alta. Essa análise revela que um plano de mídia guiado por dados consistentes acarreta um tremendo impacto aos resultados de uma campanha.

Dessa forma, destaco três pontos importantes. Primeiro, o cliques servem apenas como uma métrica parcial para analisar a eficiência de uma campanha online. Alguns anunciantes utilizam, previamente, conversões. Em segundo lugar, essa análise não inclui custos, então os publishers com performance fraca teriam apresentado baixos custos por clique. Por último, existem diversas variáveis entre as seções dos sites de cada publisher. Por essa razão, os placements com boa performance também podem ser encontrados eventualmente em sites que apresentam baixa performance. 

À medida que a publicidade online torna-se mais quantitativa, os profissionais de marketing e agências envolvidas devem concentrar seus esforços em processos guiados por dados (data-driven). O planejamento quando conduzido dessa forma deve adotar ferramentas adequadas de compra para influenciar as decisões. Durante todas as etapas, os integrantes da equipe de planejadores devem receber constantemente treinamento e informações atualizadas.

Cada planejador de mídia possui condições para criar – com mais qualidade – planos de mídia conduzidos por dados. E não há a menor necessidade de se afogar em planilhas do Excel com números de campanhas anteriores para realizar o cálculo da performance do publisher. É aí que entra o Adserver, que funciona exatamente para simplificar e auxiliar a condução desse processo repleto de informações fragmentadas, agregando de forma consistente os dados do histórico de performance.

Embora ainda seja complicado avaliar com precisão exata as razões pelas quais alguns publishers apresentam resultados melhores que os outros, as diferenças nos levam a crer em uma mudança significativa de comportamento. Chegaram ao fim os dias em que a compra de mídia era movida por audiência, feeling ou só porque “foi feita assim da última vez”. O planejamento guiado por dados melhora a performance das campanhas online e acrescenta dinheiro aos anúncios dependendo do impacto que obtiverem. Isso também incentivará os publishers com baixa performance a aprimorarem seus sites.

Para mais informações, acesse www.mediamind.com.br e siga @mediamind_br no Twitter.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Compras coletivas: uma febre que veio para ficar

Henrique Campagnolli*


A grande aposta no mundo virtual atualmente são os sites de compras coletivas. O mercado no Brasil é bastante novo, não tem ainda um ano completo, mas já movimenta milhões de reais.

O esquema das compras coletivas surgiu nos estados Unidos, numa época de crise financeira, para alavancar o movimento de estabelecimentos comerciais que há muito estavam perdendo e fechando as portas. Os descontos mostraram-se positivos para quem compra e também para quem vende. O anunciante tem a oportunidade de mostrar seu produto de forma massiva e consegue trazer o público para seu estabelecimento.

Para os consumidores, sobram vantagens em comprar produtos e serviços com grandes descontos. Especialmente num momento como agora, com alta na inflação, os sites de compras coletivas permitem às pessoas continuar usufruindo de opções de lazer e serviços com preços bem mais acessíveis.

Por todas essas vantagens, o mercado está bastante aquecido no país. A cada dia são mais e mais pessoas querendo anunciar e novos sites também surgem aos montes. Trata-se de um mercado novo, que ainda não alcançou o país por inteiro, e cujos resultados mais expressivos concentram-se ainda nas grandes cidades.

Nem tudo, porém, são flores. Muitos clientes já se depararam com estabelecimentos que não estavam preparados para a demanda, e acabaram pecando na qualidade do serviço.

Para os consumidores, portanto, é necessário estar atento às regras impostas por cada site e anunciante e ler com muita atenção cada oferta antes de comprar, buscando sites confiáveis e bem recomendados.

Para os anunciantes, é importante se unir a sites profissionalizados, que tenham uma equipe de atendimento eficiente, que possa orientá-lo para uma experiência realmente bem sucedida. No O Barato da Cidade, por exemplo, procuramos fazer ofertas com anunciantes que realmente obtenham um bom retorno ao oferecer seu serviço ou produto. Temos uma preocupação grande também em saber como será a oferta, se o comerciante realmente tem estrutura para atendê-la e todos os detalhes envolvidos, para que toda promoção corra bem.

Estamos no início de um novo mercado e a concorrência é grande. Como todo mercado, ele passará por um período de ajustes, em que apenas as empresas confiáveis e competentes conseguirão permanecer, cada uma buscando mostrar seus diferenciais, usando estratégias bastante focadas no perfil de cada público.

Não acredito que haja um único principal beneficiado neste cenário. O consumidor paga menos, conhece novos lugares, mas a empresa, além de trazer as pessoas para dentro do seu estabelecimento o que, por si só, já é um grande desafio, ganha a divulgação da sua marca nos meios em que o site costuma divulgar suas promoções.

A tendência para o mercado é de crescimento e, na sequência, consolidação. Nossa crença é que as compras coletivas vão se tornar um hábito do consumidor brasileiro e uma ferramenta cotidiana importante para somar bons resultados aos empresários e anunciantes.

Autor: Henrique Campagnolli, especialista em e-commerce, diretor comercial do site “O Barato da Cidade”.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Coletivo Mídia Boom lança e-book sobre comunicação digital


O Coletivo Mídia Boom (midiaboom.com.br) lança em janeiro de 2011 o primeiro e aguardadíssimo volume de seu e-book Suprassumo Mídia Boom. É o resultado da seleção de 14 artigos dos colaboradores diretos do blog, publicados de outubro a dezembro de 2010 – artigos que tratam essencialmente de comunicação, marketing, cases, ideias e estratégias digitais.

Para não ser um e-book com conteúdo idêntico ao já disponível no blog, os artigos passaram pela revisão de seus autores – com o auxílio dos editores –, que atualizaram e acrescentaram informações que julgaram relevantes, uma espécie de upgrade. Foram ainda adicionados a cada artigo os comentários agregadores, para prestigiar a interação e conhecimento da audiência.

Além dos artigos e comentários, o e-book traz “Agradecimentos” de Chico Montenegro, “Prefácio” de Carol Terra, “Apresentação” de Camila Carrano, uma entrevista inédita com a colaboradora Marisa Lemos e “Posfácio” de Newton Alexandria. 

O projeto do e-book é uma ótima maneira de mostrar o trabalho e profissionalismo de todos os envolvidos no Coletivo Mídia Boom, blog que vem se destacando na cena de mídias sociais, marketing e comunicação no Brasil.

Para baixar uma cópia do e-book, acesse: http://midiaboom.com.br/ebook/suprassumo.pdf

Sobre o Mídia Boom 
Fundado em 2009 por Chico Montenegro, Mídia Boom é um blog coletivo que traz, entre outros, cases, entrevistas e artigos, sempre com enfoque em comunicação e marketing digitais, especialmente tratando de mídias e redes sociais. Acesse: midiaboom.com.br